Quanto rende aplicar R$ 200 mensais no Cofrinho do Itaú por 5, 10, 15 e 20 anos

Notas de real sobre a mesa
Foto ilustrativa: cofres e notas de real – imagem sem restrição de direitos (Unsplash).

São Paulo, 13 jun 2024 – Guardar uma quantia modesta todos os meses pode parecer pouco no início, mas a matemática dos juros compostos mostra o poder dessa disciplina ao longo do tempo. Uma simulação do Cofrinho do Itaú — aplicação que rende 100% do CDI e oferece liquidez imediata — revela que um aporte de R$ 200 por mês pode se transformar em um patrimônio de R$ 227.472,68 em vinte anos.

Como funciona o Cofrinho do Itaú

O produto é acessado diretamente no aplicativo do banco, sem necessidade de valor mínimo para abertura. Ele paga 100% do CDI, conta com proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil por CPF e por instituição e permite resgate a qualquer momento, tornando-se uma alternativa de renda fixa mais rentável que a poupança.

Taxa considerada na projeção

A simulação utilizou o CDI em torno de 14,9% ao ano, equivalente a cerca de 1,16% ao mês. Embora a taxa varie ao longo dos anos, esse patamar serve de referência para ilustrar o impacto dos rendimentos em diferentes horizontes de tempo.

Resultados detalhados da simulação

Período de 5 anos (60 meses)

  • Total aportado: R$ 12.000
  • Rentabilidade bruta: R$ 5.224
  • Imposto de Renda (15%): R$ 783
  • Rentabilidade líquida: R$ 4.441
  • Valor acumulado: R$ 16.441

Nesse prazo, o retorno supera com folga o obtido na caderneta de poupança tradicional, graças à taxa de 100% do CDI.

Período de 10 anos (120 meses)

  • Total aportado: R$ 24.000
  • Rentabilidade bruta: R$ 27.720
  • Imposto de Renda: R$ 4.158
  • Rentabilidade líquida: R$ 23.562
  • Valor acumulado: R$ 47.562

Com o dobro de tempo, o montante final praticamente dobra o valor investido, mostrando o fortalecimento dos juros compostos.

Período de 15 anos (180 meses)

  • Total aportado: R$ 36.000
  • Rentabilidade bruta: R$ 84.801
  • Imposto de Renda: cerca de R$ 12.000
  • Rentabilidade líquida: aproximadamente R$ 72.000
  • Valor acumulado: R$ 108.000

A relação entre contribuição e patrimônio torna-se ainda mais favorável: o investidor passa a ter três vezes o valor que colocou do próprio bolso.

Período de 20 anos (240 meses)

  • Total aportado: R$ 48.000
  • Rentabilidade bruta: cerca de R$ 211.000
  • Imposto de Renda: aproximadamente R$ 31.000
  • Rentabilidade líquida: cerca de R$ 179.000
  • Valor acumulado: R$ 227.472,68

Aos 20 anos, o volume total chega perto de cinco vezes o capital próprio, evidenciando o impacto de manter aportes regulares por longo prazo.

Gráfico de crescimento financeiro
Projeção de crescimento: disciplina de aportes mensais potencializa o efeito dos juros compostos (Unsplash).

Motivos que despertam o interesse do investidor

Além do rendimento atrelado ao CDI, o Cofrinho oferece:

  1. Segurança: cobertura do FGC até R$ 250 mil por CPF e por instituição.
  2. Liquidez imediata: recurso pode ser resgatado a qualquer momento, 24 horas por dia.
  3. Simplicidade: contratação e gerenciamento diretamente no app do Itaú, sem necessidade de transferir recursos para outra plataforma.
  4. Rentabilidade superior à poupança: mesmo após descontos de Imposto de Renda, o retorno líquido fica acima da caderneta.

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Perguntas frequentes (FAQ)

1. O Cofrinho do Itaú tem carência para resgate?

Não. O valor aplicado pode ser resgatado a qualquer momento, com liquidação em D+0, diretamente no aplicativo.

2. Como é calculado o rendimento diário?

O produto segue a variação diária do CDI. O banco Itaú credita os juros na conta do cliente, atualizando o saldo automaticamente.

3. Há cobrança de taxas de administração?

Não há taxa de administração nem tarifa de custódia. O custo para o investidor limita-se ao Imposto de Renda, cobrado somente sobre o rendimento, conforme a tabela regressiva.

4. Qual a alíquota de IR após 20 anos?

Aplicações com prazo superior a 720 dias pagam a menor alíquota disponível na renda fixa, equivalente a 15% sobre o lucro.

5. Investir R$ 200 por mês é suficiente?

A quantia mensal depende do objetivo de cada pessoa. A simulação demonstra que mesmo um aporte modesto, mantido por longo período, pode gerar patrimônio significativo graças aos juros compostos. Quem dispõe de valores maiores poderá alcançar metas financeiras em prazos mais curtos.

6. Posso aumentar ou reduzir o aporte quando quiser?

Sim. O Cofrinho permite a inclusão ou retirada de recursos a qualquer momento. O investidor pode ajustar o valor mensal conforme sua capacidade financeira.

7. O Cofrinho do Itaú é considerado poupança?

Não. Trata-se de um produto de renda fixa atrelado ao CDI, com tributação de Imposto de Renda. Ele não se enquadra na regulamentação da caderneta de poupança, que é isenta de IR.

8. O FGC cobre todo o montante investido?

O Fundo Garantidor de Créditos protege até R$ 250 mil por CPF e por instituição. Valores acima desse limite não contam com a mesma garantia.

Considerações finais sobre a simulação

Os números apresentados reforçam que tempo e constância são os principais aliados do investidor conservador. Mesmo com eventuais oscilações na taxa do CDI, a estratégia de aportar uma quantia fixa todo mês potencializa o resultado acumulado a cada período analisado.

O Cofrinho do Itaú, portanto, alia segurança, liquidez e rentabilidade em um único produto, facilitando o hábito de investir regularmente, seja para a reserva de emergência ou para objetivos de longo prazo.

Com informações de A Revista

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